Contabilidade e consultoria digitais, sem burocracia e sem sair de casa. Precisão técnica, tecnologia e acompanhamento estratégico para o crescimento sustentável da sua empresa.
Da abertura à consultoria estratégica, cada etapa cumpre um papel na saúde e no crescimento da sua empresa. Veja por que cada uma importa.
Constituímos seu CNPJ do zero, com natureza jurídica, CNAEs e regime tributário corretos desde o primeiro dia — a base sobre a qual todo o resto é construído.
Mantemos sua empresa regular e em dia com Receita, estado e município, cuidando de toda a rotina fiscal, contábil e das obrigações acessórias no prazo.
Estudamos faturamento, margem e atividade para apontar, com números, o regime que faz sua empresa pagar menos imposto — sempre dentro da lei.
Assumimos toda a folha de pagamento com conformidade trabalhista, do cálculo mensal ao eSocial, para você reduzir risco e liberar tempo da equipe.
Para quem quer aprender a ser empresário: começar da forma correta, separar as finanças, precificar com margem e montar um plano para o futuro do negócio.
Transformamos seus números em relatórios e indicadores claros, com apoio próximo para decisões de investimento, contratação e expansão.
Nosso foco é resolver os problemas do dia a dia da sua empresa: desenvolvemos aplicações e integramos IA para descomplicar a operação e dar clareza às decisões financeiras. Da rotina que trava o seu tempo aos números que definem o seu futuro.
A tecnologia cuida da burocracia; quem cuida de você é gente. Aqui o atendimento é humano e próximo — você fala com um contador de verdade, não com uma central automática ou um robô.
Desenvolvemos sistemas e integrações que resolvem os gargalos reais da sua rotina — eliminando tarefas manuais, retrabalho e planilhas soltas para a equipe render mais.
Transformamos seus dados em indicadores claros e projeções, para você antecipar problemas, enxergar oportunidades e escolher o melhor caminho com segurança.
Descubra, com os seus próprios números, em qual regime a sua empresa paga menos imposto. O simulador que desenvolvemos compara Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real lado a lado.
Faça um cadastro rápido para acessar o dashboard. Nossa equipe comercial pode entrar em contato para ajudar na leitura dos resultados.
Sem filas, sem deslocamento. Todo o processo acontece online, do primeiro contato ao acompanhamento contínuo.
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A Dezevecki nasceu para traduzir informação contábil em clareza, segurança e direção para o negócio. Unimos o rigor técnico de uma assessoria tradicional ao domínio tecnológico que o mercado exige hoje.
Atendemos empreendedores em todo o Brasil de forma totalmente online, com atendimento próximo, linguagem simples e foco em resultado.
Atendimento próximo e responsável, com quem entende de contabilidade, tecnologia e gestão.
Contador graduado pela PUC-PR, com MBA em Gestão Contábil e Tributária pela UFPR e mais de 10 anos de experiência na área tributária. À frente da Dezevecki, conduz projetos de consultoria e auditoria tributária para empresas de diversos segmentos.
Ao longo da carreira passou por grandes consultorias de referência e por posições de gestão fiscal e tributária, acumulando expertise em apuração de impostos, obrigações acessórias (SPED, ECF, ECD), controles internos, gestão de riscos e IFRS.
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Vai abrir sua empresa ou pensando em trocar de contador? Tiramos as principais dúvidas.
Dúvidas de quem está começando a empreender — explicadas sem juridiquês. Toque em um tópico para ver o resumo.
Você passou anos ficando bom no que faz. Aí decidiu parar de fazer isso para os outros e começar a fazer para você. Parabéns — e uma verdade que ninguém conta: ser excelente na sua área não é a mesma coisa que saber tocar um negócio. A boa notícia é que as primeiras decisões, as que mais pesam, são poucas.
O erro nº 1 de quem começa é tratar o caixa da empresa como a própria carteira. Dinheiro que entra é da empresa; o que você tira para viver é uma decisão consciente, não "o que sobrou".
MEI, uma empresa no Simples Nacional, o tipo de sociedade — cada opção muda quanto você paga de imposto e o que pode faturar. É a decisão que define sua conta no fim do mês.
Antes do lucro, some o que sai todo mês mesmo sem vender nada: impostos, ferramentas, contador, taxas. Muita gente descobre tarde que precisa faturar bem mais do que imaginava só para empatar.
Preço baixo não é vantagem: é a forma mais rápida de trabalhar muito e não sobrar nada. Seu preço precisa cobrir custo, imposto, seu pró-labore (o salário do dono) e ainda deixar lucro.
Ter CNPJ traz obrigações mensais — mesmo sem faturar. Deixar para "ver isso depois" vira multa, e multa de coisa que não foi feita cresce sozinha.
Essas três palavras aparecem juntas e confundem todo mundo — inclusive porque não são a mesma categoria de coisa. Vamos separar de uma vez.
A porta de entrada. Imposto fixo e baixo por mês, pouca burocracia. O limite é faturar até cerca de R$ 81 mil por ano (confirme o valor atual). Tem teto, limite de funcionários e nem toda profissão pode ser MEI.
Não é um "imposto", é um porte de empresa. Vem quando você cresce além do MEI. Aqui você faz opção por um regime de tributação — o mais comum nessa faixa é o Simples Nacional.
Um regime que reúne vários impostos em uma guia só (faturamento até R$ 4,8 milhões por ano — confirme o teto vigente). Quanto você paga depende de quanto fatura e do tipo de serviço.
Depende de três coisas: quanto você fatura, qual a sua profissão e se tem ou terá funcionários. Não existe "o melhor" no geral — existe o melhor para o seu número.
É a pergunta que tira o sono de quem presta serviço. A resposta honesta é "depende" — mas depende de coisas concretas, que dá para explicar. E entender isso separa quem paga o justo de quem paga demais.
Tem prestador no anexo errado pagando mais do que devia; gente que reduziria a alíquota ajustando o pró-labore e não sabe; quem paga imposto sobre dinheiro que nem era faturamento, por misturar as contas. Esses erros só somam, mês após mês.
"O dinheiro caiu na conta da empresa. Posso usar para pagar o aluguel de casa?" É a dúvida mais comum de quem sai do CLT para o CNPJ. Pode tirar dinheiro, sim — mas do jeito certo. Existem duas formas principais de o dono receber.
É o "salário" do dono pelo trabalho que ele faz na empresa. Tem incidência de INSS e entra no seu Imposto de Renda pessoal. Garante sua aposentadoria e pode ajudar a reduzir o imposto da empresa em certos casos.
É a parte do lucro que sobra depois das contas. Feita corretamente, com a contabilidade em dia, costuma ser isenta de imposto na pessoa física — uma das maiores vantagens de ter empresa. Sem escrituração adequada, você perde essa isenção.
Usar a conta da empresa como pessoal — Pix do mercado, streaming, gasolina do fim de semana — parece inofensivo e é um dos erros mais caros. Regra de ouro: conta da empresa é da empresa; você se paga por pró-labore e lucros, de forma organizada.
Existe uma ideia teimosa de que contador é como fogos de artifício: só aparece uma vez por ano, na temporada do Imposto de Renda. Para uma empresa, isso é como só olhar o carro quando ele quebra na estrada — custa mais e sempre no pior momento.
Sua empresa gera obrigações todo mês: guias para pagar em dia, notas para emitir, folha (se tiver funcionários), declarações periódicas. Some as decisões do caminho — "posso contratar?", "dá para tirar mais pró-labore?", "vale mudar de regime?". Nada disso espera até o ano que vem.
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